Daniela
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Basta-me uma noite quente,
uma noite boa para beber
e lembrar dos tempos d'antes,
quando já me achava homem, poeta e louco.
Agora somente mais homem, ainda menos poeta
e incorrigivelmente louco.
Ah! Nesses dias azuis e assustadores,
em que precisamos de uma noite dessas,
não encontra-se nada além de sol
brilhante, estático, forte,
observando impassível minha morte.
Mas deixa, embora noite não seja,
que meu sangue role
e se enrole
nos seus fios de cabelo
e nos raios de sol.
Aquieta e encosta em mim,
que mesmo noite não havendo,
para nos acariciarmos no escuro;
que mesmo não radiando a lua no céu,
vigilante da nossa embriaguez,
ainda temos tempo de olhar o sol ir deitar.
Faz silêncio e olha pr'onde aponto,
que ali pelo canto a noite já vem.
Deita aqui e aproveita, que de dia
o mundo é menos meu;
aproveita que ainda temos o pôr-do-sol.
Por enquanto...
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